Seja uma Universidade Corporativa

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O que posso fazer para minha empresa se tornar uma universidade corporativa? Isso aumenta efetivamente os meus resultados? É possível aumentar meus resultados quanto a isto?

Por que preciso ser uma Universidade Corporativa?

“Sou professor universitário, com experiência em pós-graduação e também na graduação. Mais de 15 anos atuando nesta área e com um grande volume de aulas e serviços. De alguns anos para cá, tudo mudou… Parece que o mundo está de ponta-cabeça, e não consigo mais interagir com essa nova realidade. O que devo fazer?”

Esta pergunta é cada vez mais comum, sobretudo por aqueles que conciliavam uma rotina de sala de aula com serviços autônomos. É notória a clara diminuição das ofertas de aulas formais em instituições de ensino superior, e uma abundância de profissionais capazes de lecionar e que estão sem dar aula. Os educadores tornaram-se órfãos de um modelo que parecia ser eterno e, talvez, tenha sido enquanto durou.

Ocorre que as instituições de ensino buscam novos padrões, combinando modelos a distância e aulas presenciais, cada uma a seu gosto e dentro das próprias possibilidades. Diminui-se o espaço presencial, usam-se tecnologias (muitas vezes, de forma não inteligente) e aparentemente, o esforço é cada vez mais em vão. “Para onde foram os alunos?”, perguntam todos, atônitos. Não há resposta fácil…

Cabem aqui, então, algumas reflexões de como profissionais experientes em áreas técnicas e na docência podem encontrar seu lugar ao sol, mesmo em tempos tão nublados. O mercado de educação corporativa, ou universidade corporativa, cresceu de forma significativa.

Muitas empresas têm descoberto uma nova possibilidade de assumirem algumas lacunas deixadas pela educação, e assumem a formação dos profissionais com projetos educacionais engajados e de reconhecida qualidade. Muitos profissionais, outrora ligados exclusivamente a universidades, agora atuam nessas empresas encabeçando projetos de universidades corporativas.

Você sabia que:

Os números da educação corporativa mostram que há uma forte tendência de crescimento deste mercado. A organização das empresas com atuação em T&D (treinamento e desenvolvimento) tem encontrado espaços de crescimento, embora podem alcançar números muito mais expressivos.

O gráfico a seguir mostra como os investimentos no Brasil, surpreendentemente, têm superado, em termos percentuais, o de algumas potências econômicas.

Esse número, no entanto, esconde como o T&D ainda não representa uma fatia expressiva das receitas das empresas. 

Outros dados, como os da Association for Talent Development (ATD), demonstram que empresas que investem em programas de treinamentos personalizados para as demandas de seus colaboradores apuram uma melhora de até 218% na produtividade e nos resultados de seus funcionários.

Sobre a rotatividade, “93% dos jovens profissionais, aqueles considerados da geração Millennials, declararam ter mudado de emprego em um curto prazo. Tal ocorrência custou aproximadamente US$30,5 bilhões para as empresas americanas. Ou seja, não se trata apenas de uma retenção de talentos e a garantia da qualidade dos serviços, mas também uma economia de recursos financeiros”. É necessário considerar que é muito mais dispendioso buscar profissionais, do que prepará-los internamente. [1]

Se, por um lado, temos uma reformulação das instituições tradicionais de ensino, que buscam cada vez mais indexar matrizes curriculares, por outro temos empresas que buscam incorporar cada vez mais práticas educacionais no desenvolvimento de projetos, pessoas e ações internas.

Se você é um profissional com experiência de mercado e docência, saiba que há vantagens competitivas únicas para este mercado.

Agora, imagine você, sendo este profissional, SER uma universidade, ter sua plataforma de formação e poder disseminar seu conhecimento?

Você se lembra do primeiro parágrafo deste texto? Aquelas são palavras de muitos profissionais, e pode ser a sua também, não é mesmo? Por um tempo, foram as minhas. Hoje, percebemos que podemos ESTAR em universidades, e também SER universidades.
Essa é a resposta que dei para aquele amigo, e divido com vocês. Profissionais podem se organizar (no plural mesmo), organizar conteúdos formativos que dialoguem com empresas e segmentos da sociedade e atender a essas demandas. 

Veja esse pequeno roteiro de dicas, que dividi, divido e dividirei com muitos colegas e empresas:

1. Identifique as empresas que atuam em segmentos que sejam do seu domínio;

2. Organize-se e junte-se a profissionais que também atuem nesta área;

3. Crie uma página web, e mostre os serviços formativos que vocês oferecem;

4. Produza conteúdos audiovisuais, isso fortalece sua marca e mostra seus talentos;

5. Utilize (com sabedoria!) marketing digital;

6. Entregue ferramentas, soluções, ações pragmáticas: as empresas e seus ‘novos’ alunos têm sede de transformação, e isso exige utensílios e pragmatismo.

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